O futuro das ferrovias no Brasil – DNIT

O futuro das ferrovias no Brasil – DNIT

Nós do Site Pelo Trilho transcreveremos nesse artigo, a visão do DNIT, sobre o futuro das ferrovias no Brasil, pela ótica de seus diretores, confira.

Se tem uma coisa que a gente sempre via naqueles filmes antigos era trem, aquelas estações bonitas cheias de gente, o povo chique e arrumado.

Aqui no Brasil inclusive era um dos principais meios de transporte de escoamento da produção agrícola na época.

Mas vamos do começo. A malha ferroviária brasileira começou a ser implantada em 1854 com a construção da Estrada de Ferro Mauá no Rio de Janeiro.

A Rede Ferroviária Federal foi criada em
1957, operou até 1999, quando foi extinta,
e sua malha foi passada as mãos de empresas privadas.

Já em 2001, quando o DNIT foi criado,
herdou todo patrimônio dessa estatal.

O Futuro das Ferrovias no Brasil

O futuro das ferrovias no Brasil

A gente tem a atribuição de destinar os
bens que hoje não são mais utilizados
pelas concessionárias ferroviárias.

As locomotivas e os materiais rodantes,
como carros de passageiros, eles estão
destinados principalmente para unidades de preservação ferroviárias, para projetos
turísticos e projeto de trem passageiros.

A gente tem como missão também destinar o passivo ferroviário que o DENIT recebeu como herança.

Então a gente tem na malha ferroviária
inteira uma série de bens que estão
abandonados.

Isso porque porque o DENIT, ele recebeu esta herança o que já foi a maior empresa do Brasil, que foi a Rede Ferroviária Federal.

Então essa missão era uma missão muito importante.” Disse, Ariston Ayres Rodrigues, Coordenador Geral do Patrimônio Ferroviário.

Responsabilidades do DNIT

O DNIT também é responsável pelas obras destinados a solucionar conflitos entre ferrovias e vias urbanas.

Tem inúmeros relatos no país de casos de pessoas que precisam chegar do outro lado da linha férrea dentro de uma cidade, no centro urbano por exemplo.

E elas não conseguem chegar a esse outro lado seja para o trabalho, seja pro lazer, seja para fazer suas compras, enfim, qualquer necessidade pessoal, muitas vezes até casos emergenciais.

A pessoa dentro de uma ambulância, ela não consegue chegar ao Hospital e é exatamente nesse ponto que o DNIT trabalha.

O DNIT tenta eliminar esses conflitos no país, melhorando essa mobilidade urbana e trazendo mais conforto para o cidadão
que precisa conviver diariamente com as
operações ferroviárias no país.

Isso melhora a qualidade de vida dessas
pessoas.” Concluiu, Ariston Ayres Rodrigues, Coordenador Geral do Patrimônio Ferroviário.

Atualmente o trabalho do DNIT na parte ferroviária foi mais especificamente na eliminação de conflitos urbanos.

Estamos em fase de evolução e a expectativa agora é que agregue cada vez
mais o trabalho ferroviário para o DNIT.

O DNIT está se adequando para
receber esses desafios maiores do termo
de ferrovia.

É uma satisfação muito
grande, é um prazer tremendo para gente
ver a obra concluída.

Para nós que trabalhamos com engenharia, a maior satisfação é ver a conclusão de uma obra e a entrega dela para a sociedade.” Disse, General Santos Filho, Diretor-Geral do DNIT.

Sobre o futuro:

O governo federal assinou formalmente mais cinco convênios de filiação com 15 entidades privadas que cobrirão 100% dos projetos com recursos próprios.

Quando implementada, a malha contará com cerca de 10.000 quilômetros de novos trilhos à rede ferroviária do país.

O total de contratos firmados entre o governo federal e a iniciativa privada para a implantação de novas ferrovias no país subiu para 27 no regime de autorização previsto no Marco Legal Ferroviário.

O montante total de recursos privados previstos para a implementação do projeto é de R$ 133,24 bilhões.

Quando estiver pronta, as novas ferrovias deverão adicionar 9.922,5 quilômetros de novos trilhos à malha ferroviária.

Os projetos abrangem 15 unidades da federação, com início e término nos estados do Pará, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Espírito Santo, Minas Gilas, Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

O DNIT é assim, ele existe e trabalha há 20 anos para melhorar a segurança e a qualidade de vida dos brasileiros.

DNIT abrindo caminhos, ligando pessoas,
conectando o Brasil.

Fonte: DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte )

Saiba Mais: Como se tornar um maquinista de trem.

8 comentários

  1. Antiga malha rio/sao paulo
    Tanto passageiro/e carga
    Antiga malha rio de janeiro//espirito santo
    Tanto passageiro e carga

    1. Na minha infância e mocidade viajei muito de trem. Do Rio de Janeiro, da estação de Barão de Mauá, antiga Leopoldina. Seguia até Macaé, Campos e Espírito Santo.
      Gostaria de saber se voltarão as atividades ferroviárias e espero que ainda irei participar destas viagens.

  2. 1966 eu viajava de Campos Altos MG á Anápolis GO de trem de ferro a viagem era 24 hs servia café da manhã almoço é jantar é volta Anápolis GO à Campos Altos MG morava Amaralina GO

  3. O projeto é esplêndido, pois não se entende um país como o Brasil de dimensões continentais, absurdamente paupérrimo em ferrovias.
    Mas a minha irritação, que vem de décadas, é por que o Rio Grande do Sul sempre fica fora dessas iniciativas, principalmente no transporte de passageiros.
    Vivemos num estado rico em paisagens e cultura reuropeia, que bem serviria para enriquecer o turismo na serra, na campanha e na fronteira.

  4. Nosso país é cobiçado por muitos lá fora por ter um grande território NAO aproveitado em transporte ferroviário. Eu como um admirador das ferrovias acredito que seremos beneficiados num futuro próximo por ferrovias para todas as linhas, tanto transporte de cargas como de passageiros. Assim eu espero.

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